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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Iluminação Neuronal

Mente e Cérebro
Meditação é muito mais que um exercício de relaxamento. Neurocientistas constatam que exercícios mentais regulares modificam nossas células cinzentas - e, portanto, também nosso modo de pensar e sentir.
por Ulrich Kraft

Vermelho, amarelo, verde. Diante das diferentes cores nas imagens de ressonância magnética funcional, Richard Davidson identifica as regiões do cérebro de seu voluntário que apresentam atividade significativa enquanto este tenta conduzir a própria mente ao estado conhecido como "compaixão incondicional". O tubo estreito do barulhento tomógrafo de ressonância magnética está, com certeza, entre os locais mais estranhos nos quais Matthieu Ricard já praticou essa forma de meditação, central na doutrina budista, nos seus mais de 30 anos de experiência.

Para o francês, o papel de cobaia no laboratório de Davidson, na Universidade de Wisconsin, em Madison, é também uma viagem ao passado - a seu passado como cientista. Em 1972, aos 26 anos, Ricard obteve seu doutorado em biologia molecular no renomado Instituto Pasteur, de Paris. Pesquisador iniciante, com futuro promissor pela frente, decidiu-se pela "ciência contemplativa". Viajou, então, para o Himalaia e passou a dedicar a vida ao budismo tibetano. Hoje, é monge do mosteiro Schechen, em Katmandu, escritor, fotógrafo e, na condição de tradutor, integrante do círculo mais próximo ao Dalai Lama. Ricard, no entanto, retornou à "ciência racional" porque Davidson queria saber que vestígios a meditação deixa no cérebro.

Sem o Dalai Lama, é provável que a insólita colaboração entre o neuropsicólogo e o monge jamais tivesse acontecido. Há cinco anos, ao lado de outros pesquisadores, Davidson visitou o chefe espiritual do budismo tibetano em Dharmsala, local de seu exílio na Índia. Lá, discutiram animadamente as descobertas neurocientíficas mais recentes e, em particular, como surgem as emoções negativas no cérebro. Raiva, irritação, ódio, inveja, ciúme - para muitos budistas praticantes, essas são palavras desconhecidas. Eles enfrentam com serenidade e satisfação até mesmo o lado ruim da vida. "A meta suprema da meditação consiste em cultivar as qualidades humanas positivas. Então, vimos isso como algo que precisaríamos investigar com o auxílio das ferramentas modernas da ciência", conta Davidson.

Ele foi pioneiro nessa área, mas nomes importantes da pesquisa cerebral seguiram seus passos. Com auxílio da medição das ondas cerebrais e dos procedimentos de diagnóstico por imagem, os cientistas buscam descobrir o que nosso órgão do pensamento faz enquanto mergulhamos em contemplação interior. E os esforços já deram frutos. Os resultados dessa pesquisa high-tech, no entanto, dificilmente surpreenderiam o Dalai Lama, uma vez que não fazem senão comprovar o que os budistas praticantes vêm dizendo há 2.500 anos: a meditação e a disciplina mental conduzem a modificações fundamentais na sede do nosso espírito.

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Ulrich Kraft é médico e jornalista científico.

Inconsciente e impermanência

Mente e Cérebro
A busca pelo conhecimento de si e a abordagem holística do ser humano e do mundo são apenas alguns dos aspectos comuns entre psicanálise e budismo
por Benilton Bezerra Jr.

A busca pelo conhecimento de si e a abordagem holística do ser humano e do mundo são apenas alguns dos aspectos comuns entre psicanálise e budismo

Que pode haver em comum entre uma tradição religiosa de 25 séculos nascida na Índia uma sociedade de castas altamente hierarquizada e marcada pela visão holística do mundo e uma prática clínica inventada na Europa há pouco mais de 100 anos, surgida como expressão de uma cultura laica, racional e individualista? Se prestarmos atenção aos percursos históricos, aos vocabulários, a práticas e rituais e a certos objetivos específicos desses dois campos, podemos ver budismo e psicanálise como universos muito distintos: de um lado espiritualidade, contemplação e desapego ao eu, de outro teorias leigas, dispositivos clínicos e uma prática voltada para a ampliação da capacidade normativa do sujeito. No entanto, um olhar mais atento perceberá que por trás das aparentes diferenças há algumas afinidades muito importantes. Podemos citar pelo menos quatro.

O ponto de partida na experiência: tanto o budismo quanto a psicanálise partem da descrição e compreensão da experiência para desvelar a Natureza , o funcionamento do eu e para encontrar formas mais interessantes de lidar com os problemas. Aí se percebe um colorido fenomenológico comum a ambas as tradições porque seu centro (o que está sempre em questão, sendo observado e descrito) não é uma suposta natureza objetiva, acabada e independente é a experiência de si, do mundo, das relações com os outros, o modo como vivenciamos e interagimos com esses fenômenos.

A ênfase na ação: embora tenham produzido teorias complexas e arquiteturas conceituais muito sofisticadas, budismo e psicanálise são fundamentalmente saberes ligados a práticas, formas de intervir na existência. Tal como a filosofia era vista na Antigüidade, budismo e psicanálise são hoje instrumentos para agir no mundo, mais do que para simplesmente conhecê-lo. De ambos se poderia dizer o que o filósofo francês Georges Canguilhem disse a propósito da produção de conhecimento na medicina: o pathos precede o logos. É porque sofremos que somos instados a criar formas de descrever o eu, o mundo e a vida de modo que possamos transformar nossa existência, tornando-a mais interessante e digna de ser vivida.

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Benilton Bezerra Jr. é psiquiatra, psicanalista e professor do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Agulhas, tatuagens e neurônios

Mente e Cérebro
As aplicações da acupuntura em pontos específicos do corpo parecem estimular o circuito nervoso responsável pela percepção da dor, diminuindo sua intensidade.
por Sidarta Ribeiro

A inserção de agulhas em pontos específicos do corpo para fins terapêuticos é praticada há milênios. Sua origem parece ser a China, mas tatuagens em corpos mumificados encontrados na América do Sul, Sibéria e Europa Central (Moser et al. (1999) Lancet 354:1023) sugerem o uso da acupuntura por culturas pré-históricas não-chinesas. O exemplo mais famoso é Ötzi, homem preservado pelo gelo alpino por 5.200 anos, surpreendentemente marcado por tatuagens que parecem indicar, com precisão de milímetros, alguns pontos da acupuntura chinesa (Dorfer et al. (1999) Discov. Archaeol. 1:16). Entusiastas vêem nesses achados uma confirmação de que os pontos da acupuntura, distribuídos ao longo de um complexo mapa de meridianos, refletem um conhecimento ancestral objetivo sobre onde atuar no corpo para atenuar a dor. Em 1965, Melzack e Wall propuseram que a acupuntura aniquila a dor pela interferência - em "portais" neurais especializados - dos estímulos dolorosos leves com a dor patológica (Science 150: 971).

No entanto, o uso da acupuntura na prática médica ocidental enfrenta fortes resistências desde os tempos de Marco Pólo. Embora não se duvide mais da eficácia das agulhas para induzir sedação, muitos cientistas sustentam que os efeitos da acupuntura decorrem apenas da crença do paciente no potencial terapêutico do tratamento. Para os céticos, a única utilidade da acupuntura é a indução de um efeito placebo genérico, através da liberação de analgésicos endógenos como os opióides (Pomeranz & Chiu (1976) Life Sci. 19:1757). Segundo esta visão, os pontos específicos preconizados pela acupuntura chinesa seriam inúteis como saber médico, não passando de uma velha superstição associada a um bom placebo.

Esta interpretação tem sido questionada recentemente por comparações dos efeitos da aplicação de agulhas em pontos e não-pontos de acupuntura. Experimentos em ratos revelaram que a estimulação de pontos tradicionais causa uma maior expressão de genes induzidos por atividade neural em regiões do cérebro associadas a dor e atenção (Medeiros et al. (2003) Braz. J. Med. Biol. Res. 36:1673; Lao et al. (2004) Brain Res. 1020:18). O imageamento cerebral de humanos por tomografia de emissão de pósitrons (PET) também ilumina a questão. Biella e colaboradores (NeuroImage (2001) 14:60), comparando os efeitos da acupuntura com a aplicação de tratamento placebo, observaram que a acupuntura causa uma forte ativação em áreas cerebrais relacionadas à dor, conforme previsto pela "teoria dos portais" dos anos 60. O grupo de Pariente (NeuroImage (2005) 25: 1161) comparou acupuntura e placebo com o toque não perfurante de agulhas de madeira. O toque cutâneo causou ativação apenas das áreas cerebrais relacionadas ao tato, enquanto o tratamento placebo ativou também as áreas cerebrais relacionadas à recompensa e liberação de opióides. A acupuntura, além de todas estas áreas, ativou ainda o córtex insular, implicado na modulação da dor.

Em resumo, estes resultados sugerem a existência de um efeito específico dos pontos da acupuntura, para além da fé na eficácia das agulhas. Quando praticada em seus pontos tradicionais, a acupuntura parece ser capaz de perturbar o circuito nervoso responsável pela percepção consciente da dor, de forma a diminuir sua intensidade. Mas de que modo os rudes antepassados de Ötzi aprenderam a realizar esta sofisticada reprogramação neural? Provavelmente a terapia envolvia inicialmente apenas o efeito placebo, evoluindo depois, por tentativa e erro, para a aplicação nos pontos que melhor atenuam a dor. Grandes sábios tatuados do passado!

Sidarta Ribeiro é Ph.D. em neurobiologia pela Universidade Rockefeller e pesquisador do Instituto Internacional de Neurociências de Natal (IINN). Fez pós-doutorado na Universidade Duke (2000-2005) investigando as bases moleculares e celulares do sono e dos sonhos e o papel de ambos no aprendizado.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Acupuntura deve ser utilizada como última alternativa, alerta médico

Mylena Fiori
Enviada especial Agência Brasil

Pequim (China) - A acupuntura equivale na medicina chinesa às cirurgias na medicina moderna ocidental. Deve ser utilizada como última alternativa. Os tratamentos da medicina chinesa são muito mais abrangentes e começam pela adoção de hábitos saudáveis e alimentação adequada.

Antes de mais nada, é preciso fazer o diagnóstico. Segundo o médico brasileiro radicado na China Ahmed El Tassa, isso é feito com base nos cinco elementos: madeira, fogo, terra, metal e água.

A madeira, por exemplo, está relacionada ao fígado, que por sua vez está relacionado com as emoções em geral, mais especificamente com a raiva. No que se refere aos tipos de doença, a madeira tem a ver com as infecções.

“Há uma interação entre os cinco elementos. Não se pode deduzir qual o problema que a pessoa tem por um só sintoma. É preciso fazer o histórico da pessoa, examiná-la e ver seu tipo de personalidade”, explica.

Feito o diagnóstico, a primeira etapa é a prescrição de pratos curativos. A dieta é determinada pela nutrição tradicional chinesa. Em alguns casos, é suficiente. Noutros, ajuda no tratamento que pode incluir, ainda, diferentes tipos e técnicas de massagens, medicamentos e acupuntura (agulhas aplicadas em determinados pontos do corpo para fazer a ligação energética do organismo com o universo).

Além disso, Tassa recomenda a todos ingestão de 2,5 litros de água por dia, atividade física diária e horários regulares para as refeições. Nunca jantar depois das 19h, de preferência entre as 17h e as 18h.

Pode-se sentir os resultados já a partir do segundo dia, dependendo do problema, da gravidade, do tratamento e da sensibilidade do paciente, assegura o médico.

Ele reconhece, no entanto, que a medicina tradicional chinesa tem muito pouco a oferecer em casos de grande gravidade. Nesses casos, o melhor mesmo é partir para a medicina ocidental convencional.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Medicina Chinesa, tradicional ou complementar, porém sempre atual

Publicado em: 19/10/2005 na Secretaria de Saúde do Rio

As terapias da Medicina Tradicional Chinesa estão sendo cada vez mais incorporadas ao cotidiano das populações dos países do Ocidente. Nos EUA, considerado o país mais avançado da Medicina Moderna, estima-se que 40% da população procure este tipo de tratamento. O que significa este tipo de movimento? Na aparente contradição o fenômeno aponta para a busca de um novo paradigma.

Alguns aspectos da nossa saúde ainda não são compreendidos pelos avanços tecnológicos da medicina convencional. Esta, atendo-se a complexidade biomédica, considera apenas um aspecto do ser humano, isto é nosso corpo, nossos órgãos, nossos tecidos, nossa divisão micróscópica celular, nossos hormônios e enzimas, da bioqúimica e da forma como se manifesta a doença. É maravilhoso esse desvendar da nossa máquina, mas isto não parece explicar outro aspecto da nossa saúde, que não se observa , não se toca, não é demonstrado através do microscópio, não se mensura nos equipamentos mais sofisticados da nossa medicina laboratorial. São nossas percepções, pensamentos, emoções, sensibilidades, motivações e energia que movem nossa vida, numa unicidade, integrando corpo e mente.

Neste contexto, se não é uma elaboração de pensamento completo e perfeito, a Medicina Tradicional Chinesa, é um sistema de funcionamento lógico e inteligente para explicar como os fenômenos que ocorrem no nosso organismo de uma maneira dinâmica e contínua podem afetar nosso estado frágil de equilíbrio . Sobrevivendo durante cerca de 6000 anos, através de uma civilização mais antiga que ainda perdura até hoje, continua ela tão viva e eficaz para responder às demandas dos problemas de saúde tão contemporâneos como fibromialgia, processo hipertensivo arterial, transtorno de ansiedade generalizada, disfunções hormonais, transtornos funcionais urinários ou síndrome de cólon irritável. Explicações aparentemente simples e singelas, através de uma abordagem racional, são as bases teóricas utilizadas pela Medicina Chinesa.

Os conceitos tão antigos quanto os da cultura chinesa tentam explicar a nossa origem, nossa constituição, nossa insignificância diante do universo ou cosmo como diziam os chineses. Yin e Yang, Chi, energia principal que move nosso organismo, energia do Céu (ar que respiramos) e da Terra (fonte de alimentos que consumimos), movimento dos Cinco elementos(fogo, terra, metal, água e madeira), teoria nascida de uma observação da natureza para explicar todos os fenômenos que ocorrem em nossa volta, incluindo como funciona o nosso organismo. Outros constituintes básicos do nosso organismo como XUE (sangue), JING (essências), Ming Men (Portão da Vida), SHEN (onde concentra nossa atividade mental) e uma rede de canais energéticos. Essa última é a rede virtual dos canais denominados pelos franceses de MERIDIANOS, onde circula O Chi num fluxo contínuo. Estes canais virtuais, superando muito além dos órgãos anatômicos como sistemas circulatório ou nervoso, são verdadeiras "artérias energéticas" que impulsionam a vida do organismo.

Assim 4000 anos antes de Cristo, esta Medicina capaz na sua lógica de integralidade e unicidade, configurava as idéias , em outras linguagens simbólicas, tão atual como os conceitos hoje chamados de genética, imunologia, neurotransmissores. Sua racionalidade já desenhava os conceitos de etiopatogenia (causa de doença) e processo de fisiopatologia (modificações de funcionamento do corpo devido a doença), assim destacava-se sobre as causas das doenças. Os agentes exógenos chamados de fatores externos atualmente conhecidos como os do meio ambiente, e fatores internos que assumem a importância da questão mental nos processos de adoecimento. Identificava as doenças de proporções epidêmicas que chamavam de fatores pestilentos que possivelmente dizimavam as populações pela passagem de algum vírus novo de letalidade observada. Nesta classificação, já faziam parte as causas externas como ferimentos e fraturas por quedas e acidentes sobretudo no ''ambiente'' de trabalhos pesados nas construções e nas guerras, frequentes na época pois dezenas de reinos ainda não compunham a China unificada.

Os procedimentos utilizados para o diagnóstico, já advogavam uma anamnese (história)completa, exame clínico com inspeção (observação), ausculta e palpação, hoje quase o mesmo repertório é utilizado na semiologia da medicina moderna. Terapeuticamente falando, diversos recursos como alimentação correta, massagem (TUI NÁ), terapia de movimento (TAI CHI/LIAN GONG), exercícios de respiração, concentração e relaxamento (QI GONG), fitoterapia e acupuntura com aquecimento por moxa, indicam a hierarquização onde predomina a necessidade de tomarmos consciência da prevenção como hábito saudável e auto educação em promoção de saúde. Esse é um aspecto preventivo que a medicina chinesa trabalha para preservação da saúde. O mais importante de tudo isso é um conceito integrativo no qual não há espaço para fragmentação do organismo, a dualidade MENTE-CORPO, emoções e razão, energia e forma.

Cada vez mais, está ocorrendo essa troca de benefícios entre as diversas medicinas diferentes. As medicinas tradicionais, não têm como demonstrar com o rigor e a cientificidade da experimentação e da observação sistematizada, o que a moderna medicina ocidental realiza, nem competir com o trabalho avançado de classificação de doenças através de sintomas e sinais, uma vez que só os recursos tecnológicos atuais permitem esse avanço da biomedicina.

Compreendendo que no futuro deveria haver apenas única medicina, a complementaridade das medicinas tradicionais sobretudo a chinesa e outras práticas médicas como HOMEOPATIA, só poderá trazer mais benefícios para toda humanidade. Esse conceito de complementaridade e interdependência, tipicamente chinês poderá unir os aspectos positivos de várias medicinas na construção de uma integralidade do conceito de saúde.

Do ponto de vista clínico no entanto, um novo olhar para a mudança de perfil epidemiológico da demanda de pacientes redireciona a necessidade do processo de fusão entre as duas medicinas em futuro breve. Devendo continuar o aproveitamento do que há de bom nas duas, uma na procura e investigação precisa das doenças e a outra propondo um tratamento mais preventivo e simplificado, com menos efeitos colaterais para 80 % dos problemas de saude mais comuns, solucionáveis no cotidiano ambulatorial. Conhecendo as limitações das duas medicinas , ambas podem trabalhar em conjunto para a saúde dos homens. Se não curar , palavra um tanto forte na atualidade , temos a obrigação de aliviar e trabalhar para diminuir o sofrimento e melhorar a qualidade de vida.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Honno, o que é.

Do site da Setha

HONNO é um método oriental que visa resgatar o estado natural, criativo, de harmonia e de integração do ser humano com os seus semelhantes e com a Natureza. Através do HONNO, é possível vivenciar um intenso relaxamento e plenitude.

O homem moderno possui um ritmo de vida alucinante, sem tempo para cuidar de sua saúde, de seu bem estar, de suas necessidades e anseios legítimos. Vive-se, ou melhor, sobrevive-se alienado de si mesmo, com mente e corpo dissociados, com pensamentos incessantes, irritabilidade, insatisfação, enfim, baixa qualidade de vida.
A proposta do HONNO é proporcionar meios de se disponibilizar recursos internos inatos para se alcançar uma vida com mais harmonia, bem estar, saúde e felicidade.

Os benefícios do HONNO são:
Mobilizar o potencial de auto-regeneração, de auto-cura.
Permitir a liberação de afetos bloqueados.
Despertar talentos inatos.
Desenvolver a intuição e a concentração.
Promover serenidade e insights.
Favorecer a espontaneidade e a flexibilidade mental (resiliência).
Estes objetivos são alcançados através de movimentos terapêuticos, com o auxílio de exercícios, posturas, respirações, relaxamento e meditação.

No HONNO também se utiliza a Mobilização do Qi Mental, associada à Acupuntura ou ao Shiatsu.
O terapeuta HONNO desenvolve seu trabalho, geralmente, com grupos em Workshops.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Honno: a Essência da Medicina Oriental

Do site : Planeta News

Este livro aborda, pela primeira vez no Ocidente, um assunto especialmente inusitado que se refere à Essência da Medicina Oriental sob a ótica do movimento da natureza humana. É uma obra surpreendente e fascinante.

Ao mesmo tempo em que discute a relação do homem com a natureza, descreve de forma brilhante a criação do conhecimento humano a partir de um novo paradigma educacional. Trata-se de um trabalho ímpar que valoriza as virtudes e as potencialidades humanas as quais se encontram adormecidas no inconsciente e que necessitam ser despertadas para que o homem possa, pela explicitação do conhecimento, promover a saúde e o bem-estar.

O autor, único brasileiro que há 30 anos vivenciou o Processo Honno-Ho no Japão, durante seu curso de mestrado nesta área, tem o dom notável de explicar os conceitos orientais complexos em uma linguagem acessível. Ele leva o leitor numa jornada fascinante ao mundo da Inteligência Criativa, visando a produção de talentos, e ao estudo e a prática do Movimento Original da Natureza Humana em busca do bem-estar e da felicidade.

Os fundamentos da Medicina Oriental são, literalmente, sacudidos pelos princípios humanistas o Honno-Ryoho para que a integração de conhecimentos e práticas orientais de saúde sejam resgatados e, assim, não se perder essa jóia da cultura da humanidade.

Honno: divulgação

Do Blogue: Nutribrasil

Informações: http://www.abacoacupuntura.org.br/

Contato: (11) 7616-2111 (Amir)

O QUE É HONNO

Honno é a medicina da natureza humana praticada no Japão desde a antiguidade (período Yayoi). Fundamenta-se na união da antiga Medicina Natural Japonesa e da Medicina Tradicional Chinesa.

De cunho preventivo, esta tradição médica oriental não se limita apenas a cura de enfermidades, visa, principalmente, a preservação da saúde, a promoção da integração do Ser e o desenvolvimento humano. A elucidação dos mecanismos de ação do Processo HONNO se respalda, também, em recentes pesquisas da neurociência e da física moderna.

O Terapeuta com formação Honno, além do atendimento individual poderá, também, oferecer orientação familiar, desenvolver terapias de grupo e, até mesmo, colaborar na melhora da performance profissional, atuando em empresas e com grupos laborais, sempre com o intuito de reduzir conflitos e, principalmente, melhorar a qualidade de vida e o bem estar dos indivíduos.

OBJETIVO

Expor aos interessados, através de conhecimentos e vivências, diversos mecanismos e ferramentas que podem ser aplicados no cotidiano, visando melhorar o desempenho físico e mental e, assim, reduzindo a tensão, evitando o adoecimento, o envelhecimento precoce, o estresse e as emoções negativas.

Proporcionará um panorama geral sobre o CURSO DE EXTENSÃO EM TERAPIA HONNO a ser promovido brevemente. E informará como se tornar um terapeuta habilitado nessa área. Visite o site http://www.abacoacupuntura.org.br/

Serão discutidas as seguintes questões:

  • Por que adoecemos? É possível evitar?
  • Por que pensamos incessantemente? É possível controlar o fluxo de pensamentos desordenados?
  • Por que vivemos angustiados e ansiosos? Como podemos aliviar as tensões?
  • Por que nos descontrolamos? Há formas de encontrar o equilíbrio emocional?
  • Por que os alimentos interferem em nosso bem estar? Como criar hábitos saudáveis?
  • Por que não usamos a força natural de auto-cura? De que maneira podemos despertá-la?
  • Por que sofremos com o pânico e a depressão? Onde buscar a motivação para viver?

PÚBLICO-ALVO

Profissionais da área de saúde, de educação, profissionais de RH e público em geral.

Será fornecido Certificado pela ABACO mediante 75% de freqüência.

FACILITADORES

Prof. Sohaku Bastos
Mestre em Terapia Honno – Instituto Dr. Iwata de Medicina – Japão.
Bacharel em Medicina pela Faculdade de Estudos Médicos da UNIMEC – Sri Lanka.
Graduado em Medicina Oriental pela Escola Imperial de Medicina do Japão.
Doutor em Acupuntura e Filosofia da Medicina Oriental UNIMEC – Sri Lanka.
Introdutor da Eletroacupuntura no Brasil.
Cônsul do Sri-Lanka para o Estado do Rio de Janeiro.
Membro do Conselho Diretor do American College of Traditional Medicine EUA.
Fundador do Sistema Educacional CBA-ABACO e do Instituto Politécnico de Saúde.

Prof. Francisco Pereira
Especialista
em Terapia HONNO.
Médic
o e Fisioterapeuta; Especialista em Acupuntura pela ABACO;
Especialista em Fitoterapia pelo American College of Traditional Medicine (EUA); Docente Superior pela FRASCE-ASCE, Brasil;
Diretor acadêmico do sistema ABACO/CBA;
Doutor em Acupuntura pela Open Internacional University for Complementary Medicines.

Prof. Geraldo Nassar
Especialista em Terapia HONNO;
Psicólogo Clínico;
Especialista em Acupuntura pela ABACO/CBA;
Docência Superior pela FABES;
Coordenador do Depto. de Ensino de Shiatsuterapia da ABACO/CBA;
Professor de Acupuntura e Shiatsuterapia do Sistema Educacional ABACO/CBA.